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Páginas Tantas

Por aqui vendem-se livros para para pagar as propinas do Mestrado de Educação de Adultos e Desenvolvimento Local Alguns têm a minha opinião, a marca que me deixaram....Adoptem-nos com amor

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Por aqui vendem-se livros para para pagar as propinas do Mestrado de Educação de Adultos e Desenvolvimento Local Alguns têm a minha opinião, a marca que me deixaram....Adoptem-nos com amor

O homem que queria ser feliz

Todos procuramos a felicidade, eu não sou excepção!
Tento sonhar acordada, onde tudo é possível e não há limites face ao que quero realizar, tudo está ao meu alcance.
Descobri que "aquele que se deixa desencorajar pela primeira dificuldade que encontrar não irá longe", eu sei disso... vivo na caverna há 9 anos
Por isso, na vida é necessário ir directamente ao que nos interessa, é importante perceber que somos sempre nós que tomamos as decisões relativas à nossa vida, seja ela qual for. Somos sempre fruto das nossas escolhas, mesmo quando estamos no grau dos últimos subalternos de uma empresa. Somos nós que estamos no leme, somos nós os senhores do nosso destino. E para mudar isso temos de começar por nós, pela forma como nos vemos porque "os outros vêem-nos como nós próprios nos vemos", percebes agora o teu poder??
Praticamente tudo o que vivemos tem origem naquilo que acreditamos, quando estamos conscientes de um a realidade ela torna-se real - mas tem isso tens de a sonhar bem, sem medo, escrevendo o que te impede de ser feliz e trabalhando esses obstáculos - que se traduzem em ti e nos teus medos

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Autor: Laurent Gounelle

Editora: Sinais de Fogo

Edição:1ª edição Fevereiro 2009

192 páginas

ISBN: 978-989-8066-53-4

INDISPONÍVEL

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A ilha debaixo do mar

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http://paginastantas.blogs.sapo.pt/a-ilha-debaixo-do-mar-126972

A vida dá voltas que nunca imaginamos, e os planos acabam muitas vezes por sair um pouco ao lado.

Com a protagonista aprender a não desistir e a nunca esquecer as nossas origens, são elas a nossa identidade, a nossa força e porto seguro.
Reconhecer a nossa identidade deverá ser a nossa bandeira, a escalada que fazemos o nosso orgulho. E a nossa liberdade, a nossa maior meta.
De algum modo todos somos escravos, sem dono, mas com amarras que nos impedem de viver como queremos, limitados por correntes psicológicas, sociais, económicas que não nos deixam ser livres. Mas a liberdade não deve ser esquecida e devemos reconhecer o que nos prende "o nosso dono" e assinar a alforria.
Isabel Allende levamos mais uma vez ao passado histórico, mas com uma missão bastante actual, a de nos instigar para a luta da nossa liberdade, das nossas crenças, incutindo a democracia, igualdade, fraternidade. Mostrando que o trabalho honesto acabará por nos libertar e que o desonesto nos atormentará mais cedo ou mais tarde.
Consciência tranquila, coração fraterno e democrático, isso é de um homem verdadeiramente livre, e a autora consegue, uma vez mais, que o que poderá para uns ser um romance histórico, seja para outros uma lição de vida

 

 

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A arte de perdoar - vendido

A Arte de Perdoar - Perdoar para curar, curar para perdoar
de Jean Monbourquette
(http://paginastantas.blogs.sapo.pt/a-arte-de-perdoar-38650)
 
Este livro foi adoptado pelo Pedro. Quando o retirei da estante dos "não lidos" percebi que seria a última oportunidade e percebi que o Pedro me estava a ajudar duplamente: comprando o livro e relembrando-me que o meu coração rancoroso precisa de se libertar das amarras do ódio, da raiva, de algum desejo de vingança.
Durante a leitura percebi que o perdão começa exactamente pela decisão de não me vingar (vou perder tempo e energia e transformar-me na pessoa que me traiu ou oprimiu). 
Este processo é doloroso e requer um exame de consciência verdadeiro, lúcido que nos permite reajustar a realidade, isto é, inserir o "infeliz" acontecimento numa situação mais alargada). Isso permite continuar a acreditar na integridade de quem traí ou oprimiu mas vendo-o como um ser frágil e fraco.
Perdoar permite a libertação do peso da dor e libertar o outro do peso do juízo mal intencionado que fizemos dele.
 
Façamos o seguinte exercício
1 - evitar sentir que somos obrigado a perdoar
2 - escolher uma ofensa leve
3 - meditar sobre essa ofensa
4- fazer um pequeno relatório de impressões (poderás mesmo partilhar com alguém, ajuda o desabafo)
5 -  20 minutos de meditação (sentado, pés no chão e olhos fechados):
* o que é para mim o perdão? Que acréscimo trás para a minha qualidade de vida?
* Lembras-te de uma experiencia passada onde tu foste perdoada, como te sentis-te depois? feliz?
Imagina que a pessoa que te fez mal aparece, deixa que se aproxime de ti, toma consciência dos teus bloqueios, deixa emergir as tuas emoções. Se te sentires bem perdoa-a. Diz: "Perdoo-o-te pelo que nem fizeste no passado que deliberadamente me magoas-te ou prejudicas-te, eu perdoo-o-te!
Difícil não é? Perdoar alguém que nos magoou... parece tarefa de titãs para uns e para outros poderá ser visto como uma atitude inferior, perdoar a quem me fez mal. 
Mas a questão é que enquanto não perdoas tu és quem mais sofre, daí a necessidade de perdoar e de sermos abençoados com o poder terapêutico do perdão
 
Jean Monbourquette ensina 12 etapas:
 1 - Decidir que não se vai vingar e parar com as retaliações
 2 - Reconhecer a ofensa e a sua pobreza interior
 3 - Partilhar a dor com alguém
 4 - Identificar os danos para podermos começar a resignar-nos
 5 - Aceitar a cólera e a vontade de vingança (somos humanos é normal termos este tipo de sentimento, mas do sentir ao executar...)
 6 - Perdoe-se a si mesmo
 7 - Compreenda o opressor
 8 - Encontre sentido dessa ofensa para a nossa vida
 9 - Saiba-se digno do perdão e tê-lo-á merecido
 10 - Deixar de se obcecar em querer perdoar
 11 - Abra-se a graça do perdão
 12 - Decida por fim à relação ou reate-a
Poderá utilizar um diário de bordo para estes passos, escrevendo as emoções, as dificuldades...
 
"Nós magoamos-mos mais com a interpretação que fazemos acerca do acontecimento, que com o próprio acontecimento"
 
 
O essencial desta terapia é aprender-mos a perdoar-mo-nos a nós mesmos, deixando de lado a vitimização, a pena, as desculpas.
Estás magoado, mas neste momento só te resta lidar com essa dor, minimiza-la, aprender com ela e evoluir. Aprenda que você é o seu melhor amigo, perdoe-se!
 
Com a minha situação pessoal, estou a aprender muito sobre mim: sou mais forte e independente do que imaginava.
Se um dia vou olhar e não sentir um nó no estômago e uma bola de pelo na garganta ainda não sei qual a brevidade, mas sei que nada acontece por acaso

 

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A espreitar para fora da caverna.

Há algum tempo foi consciencializada da minha vida na caverna, desde esse dia muita coisa tem mudado, tenho dado pequenos passinhos para sair de dentro da confortável caverna e preparo-me para ir espreitar o mundo lá fora.

Dia 17 de Outubro será o meu primeiro dia de aulas... ir para Coimbra ao fim de semana, organizar a vida dos que ficam, voltar aos estudos, aos horários, noitadas a estudar, métodos de estudo, colegas novos (nos 2 sentidos).

Sair da caverna soa 35 anos levando na bagagem 400 km de distancia, marido, filho, cão, trabalho, emprego, voluntariado, depressão e muito medo. Mas vou!

Se não aproveitar o embalo agora nunca mais terei coragem e a minha caverna já mostra que está a sufocar-me, preciso de lhe abrir portas e janelas e depois voar para longe dela.

Nada é impossivel. 

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Chocolate para a alma

Acordei feliz! Acordei grata a todos os que me acompanham na página de facebbok, no blog, na minha caminhada.

Juntos conseguimos angariar o valor necessário para a 2ª prestação das propinas. Já tenho os 200€ necessários para entregar até ao dia 08-11-2014.

Obrigada a todos!

Eternamente grata!!

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